O tombo das estrelas (de)cadentes! 

O maior partido de esquerda das Américas saiu trucidado das urnas.

{jcomments on}Sem vencer em nenhuma capital do país, amarga resultados avassaladores, dentre eles não eleger nenhum prefeito em 4 Estados da Federação.

Minguou literalmente. Mas não está só. A esquerda como um todo foi literalmente excretada do poder de Norte a Sul do Brasil.

a defecção que só a Globo não quer ver e admitir, tendo a jornalista Miriam Leitão afirmado que o grande derrotado das urnas “foi o Presidente Bolsonaro!” ( SIC).

Ora pois! Essa lunática descabelada não supera seu recalque de complexo de inferioridade.

E o mais estranho é que ninguém da família ou das editorias as quais se submete, intervém para poupá-la dessas aparições assustadoras, que estão a merecer uma dose cavalar de compaixão, tamanha é a sua dessintonia com os fatos do mundo real.

Para ficarmos no universo dos astros e estrelas (e lunáticos), digno de nota, ainda, a morte política de duas nebulosas periféricas que se portavam como se fossem estrelas de primeira grandeza.

Me refiro a ex tudo da esquerda, a alagoana Heloísa Helena que sequer conseguiu voltar à Câmara de Vereadores de Maceió e à Joice Hasselmann, que sonhando acordada imaginou liderar a oposição no país em afronta ao eleitorado de Bolsonaro.

Ambas tomaram uma invertida histórica e pedagógica, que em linguagem popular, pode ser chamado de vergonhosa sumanta.

Bem feito ao PT, à esquerda, a essas três.

Heloísa, a cangaceira sem votos. A Peppa Pig que, pelo menos no quesito densidade eleitoral, conseguiu a proeza de emagrecer e chegar ao raquitismo em tempo recorde; e à Miriam Leitão, para quem faz tempo que a porca torce o rabo!

Se essa eleição tivesse nomes seriam: “a fritura dos torresmos”; ou “os buracos negros”. Ou, quem sabe, “a queda inusitada em pleno voo nas vassouras de piaçaba!”

Ai, que dó!

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