Neste dezembro de 2006, reverenciamos a todos os que, em dezembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, tentavam  implantar uma ditadura comunista em nosso País. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos.

A essas vítimas o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão:

 

15/12/67 – Osíris Motta Marcondes (Bancário – SP)

Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

  

17/12/69 – Joel Nunes (Sargento - PM – RJ)

Neste dia o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

 

18/12/69 – Elias dos Santos (Soldado do Exército – RJ)

Paulo Sérgio Granado Paranhos preso no dia anterior ao ser interrogado “abriu” um “aparelho” do PCBR localizado na rua Baronesa de Uruguaiana nº 70, no bairro de Lins de Vasconcelos. Ali, Prestes de Paula, ao fugir pelos fundos da casa, disparou, à queima-roupa, um tiro de pistola .45 no soldado do Exército Elias dos Santos que integrava a equipe que “estourou” o “aparelho”. O soldado Elias morreu momentos depois.

A respeito do soldado Elias, morto em combate no cumprimento do dever o Ternuma recebeu o seguinte comovente e-mail:

“Fico feliz de achar uma página da Internet a qual faz uma homenagem a uma pessoa que não conheci, mas com certeza, muito especial. Desde pequena vejo minha avó aos prantos lembrar de seu filho Elias dos Santos, morto brutalmente por assassinos terroristas. Não conhecia direito a história, fiquei sabendo agora. Realmente é revoltante saber que a família de Carlos Lamarca tem direitos que minha avó não teve. Não tenho palavras, só agradeço Daniele Esteves”.

 

10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo (Agente da Polícia Federal – RJ)

No dia 07/12/70 a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, seqüestrou no Rio de Janeiro, o Embaixador da Suíça no Brasil, Giovani Enrico Bucher.

Participaram, ativamente, da operação os terroristas Adair Gonçalves Reis, Gerson Theodoro de Oliveira, Maurício Guilherme da Silveira, Alex Polaris de Alverga, Inês Etienne Romeu, Alfredo Sirkis, Herbert Eustáquio de Carvalho e Carlos Lamarca.

Após fecharem e paralisarem o carro que conduzia o Embaixador, Carlos Lamarca bateu com um revólver Smith-Wesson, cano longo, calibre .38, no vidro do carro. Abriu a porta traseira e a uma distância de 2 metros atirou, duas vezes, no agente Hélio. Uma das balas seccionou a medula do policial.

Os terroristas levaram o Embaixador e deixaram o agente agonizando. Transferido para o Hospital Miguel Couto, faleceu no dia 10/12/70.

 
13/12/71 – Hélio Ferreira de Moura (Guarda de Segurança – RJ)

Morto, por terroristas, durante assalto contra um carro transportador de valores da Brink’s, na Via Dutra.

 Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes, são impostos `as novas gerações como  heróis . Os mortos têm seus nomes em escolas, ruas, estradas e suas famílias recebem  indenizações, pagas com os impostos do contribuinte. Os vivos, estão em altos cargos , ditando normas no governo e recebendo indenizações milionárias como "perseguidos políticos" !!!...

 www.ternuma.com.br

Comentários  

+2 #3 Maria Jose Marcondes 08-12-2014 13:54
O Meu Pai Osiris \Motta Marcondes morreu em 19/12/1967. Esta errado no texto acima.
Gostaria de saber se voces tem como provar que ele foi morto pelo Lamarca.
Obrigada
Maria Jose
+3 #2 Wilton José Pereira 31-10-2014 22:17
O que nos ocorreu? Porque nos esvaziamos de amor próprio? Brasileiros, este povo que sempre foi alegre, festeiro e cantador, em sua simplicidade foi iludido por um grupo que cheio de desejos de revanche, sem valores humanitários ou sorrisos no rosto, aprisionaram a alegria, mataram sonhos e covardemente sufocaram o humilde. Vi o gov. militar pelos olhos de meu pai que mesmo sendo do interior buscava seu sustento na maior capital nacional, nunca teve Furtado o respeito de homem de fé e trabalho naqueles dias difíceis. Infelizmente hoje a preocupação me atormenta, vejo o desgoverno com meus próprios olhos e penso. Que futuro os brasileiros pretendem tomando a estrada dos desonestos, dos que mentem, dos que roubam valores e sonhos? O que nos ocorreu? Por que nos esvaziamos de nossa brasilidade? Que como em 64 possamos ver os verdadeiros brasileiros resgatarem das mãos comunistas/ socialistas a festa a alegria e o orgulho de dizer: Sou verde e amarelo.
0 #1 carlos I.S. Azambuja 07-07-2014 15:56
Sugiro corrigir um nome: de Alex Polaris de Alvarenga para Alex Polari de Alverga.

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