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Categoria: Diversos
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 Por Coronel Maciel

Hoje nós somos o que não somos. Somos o que as circunstâncias fizeram de nós. Perdemos a guerra, e a guerra é o pai e a mãe de todas as coisas. De uns fazem deuses; de outros, escravos. Os vencedores estão aí; ricos, vivos, famosos... Como são cruéis as ironias dos destinos. Cumprimos com o nosso dever, e hoje somos vítimas do dever cumprido.

 

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Aproximam-se as eleições. A melhor bandeira para quem quiser se eleger facilmente é intitular-se de “perseguido pela ditadura”... E não interessa dizer por que foram perseguidos. Se “perseguidos” por assaltos, seqüestros, assassinatos, pouco importa. Aqueles mais covardes; aqueles que se refugiaram no exterior, aprimorando seus conhecimentos técnicos de guerrilhas em países coniventes com o crime; os mais “inteligentes”, aqueles que encontraram nas universidades de países também coniventes os cursos financiados pelas esquerdas internacionais, também estão só no aguardo das próximas eleições. Será preciso nomeá-los um por um?   

 

Não sei as razões que fizeram as nossas Forças Armadas escolherem o caminho do silêncio. Sem coragem para encarar, para contestar esses canalhões, falastrões, que do alto das suas privilegiadas posições lançam-nos diariamente acusações das mais mentirosas. Não sei o porquê desse silêncio com terroristas que estão com suas memórias reabilitadas e com os bolsos cheios de dinheiro. Dinheiro da Petrobrás; dinheiro de duvidosas indenizações.

 

A história não fala dos covardes. Ser desobediente, ser inconformado são virtudes dos homens fortes, é o que dizem os anarquistas!

Eu só queria que nunca me faltassem forças para falar, para gritar, para marchar sempre em frente na luta por um Brasil melhor e mais digno para nossos filhos, mesmo que eu seja o único a marchar de “passo errado”, e o último dos anarquistas deste pobre Brasil abandonado...