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Tel Aviv - O movimento xiita libanês Hezbollah, tido como terrorista pelo governo dos EUA, pretende atacar países sul-americanos, inclusive o Brasil. Os militantes já teriam montado células na Venezuela, aproveitando o bom relacionamento do grupo com o presidente Hugo Chávez. As informações foram publicadas pelo jornal israelense ‘Yedioth Ahronoth’. Estariam na mira do Hezbollah alvos israelenses no Brasil, Argentina, Peru , Uruguai e Paraguai. O objetivo seria vingar a morte de um dos líderes do movimento, Imad Mughnieh. Responsável por um órgão que promoveu atentados no exterior, segundo os israelenses, Mughnieh teria sido responsável por ataques a bomba na Argentina em 1992 e 1994, que deixaram, respectivamente, 29 e 85 mortos. Ambos os alvos eram entidades ligadas à Israel.

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DEZ BRASILEIROS MORTOS

O último grande confronto entre Israel e o Hezbollah foi em 2006, no Líbano. Morreram 10 brasileiros, o maior número de cidadãos do Brasil mortos num conflito armado no exterior desde a 2ª Guerra Mundial.

Esta semana, de forma oficial, o escritório israelense de combate ao terrorismo alertou para o risco de viagens à região do Sinai, no Egito, devido a possíveis atentados do Hezbollah.

“O Hezbollah continua acusando Israel pela morte de Imad Moughnieh e isto aumenta os riscos de atentados contra israelenses no estrangeiro”, advertiu o órgão, citando o mesmo líder do grupo, assassinado em Damasco, no Líbano, em fevereiro de 2008.

O Hezbollah é uma organização paramilitar que tem braço na política libanesa. Ele já entrou em guerra várias vezes com Israel — confrontos que não necessariamente envolveram o Líbano como estado.

 

 


JERUSALEM, Aug. 13 (UPI) -- Hezbollah has set up command posts in Venezuela and sends operatives on intelligence missions to neighboring countries, an Israeli government official said.

Hezbollah has invested a lot of time and effort in planning attacks against Israeli or Jewish targets in Argentina, Brazil, Uruguay, Paraguay and Peru, the official told Yedioth Aharonoth Thursday.

Many of the organization's operatives are in industrial zones, particularly those linked to the oil industry, which attracts workers from the Middle East, the paper said.

Such sites provide a comfortable front for the organization, which supplies its operatives with fake passports to allow them to work undetected, the paper said.

Israel's National Security Council Counter Terrorism bureau issued travel warnings to Israeli businessmen, alerting them of plans by Hezbollah and members of the Iranian Revolutionary Guards to nab Israeli businessmen visiting Latin American countries and take them to Lebanon, the paper said.

Hezbollah and al-Quds brigade of the Iranian Revolutionary Guards have established scores of sleeper cells worldwide, many disguised as community centers or charity organizations, the paper said.

The jobs of the sleeper cells are to provide immediate response in the event of a significant Israeli strike against the organization, the paper said.

 

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