EDITORIAL - Jornal de Brasília
Existe algo de profundamente negativo no esforço da bancada governista no Congresso para, primeiro, impedir a formação de uma CPI para investigar o MST e, fracassado esse intento, para algemar essa comissão. É assim que se pode entender a exigência de controlar o comando da CPI, contrariando todas as praxes parlamentares. 

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Fica a penosa impressão de que a bancada fiel ao Planalto pretende impedir que se revele a verdadeira essência do MST e sua dependendência químicas de verbas públicas. Todo o mundo sabe que ONGs vinculadas ao movimento recebem recursos públicos, a pretexto de prestar determinados serviços, inclusive aos próprios acampados. As escolas de doutrinação dos sem-terra funcionam à base de ONGs que contam com recursos orçamentários, assim como outros favores prestados ao movimento. Uma investigação se faz indispensável, até para que todos os brasileiros saibam para onde vão os impostos que pagam. É uma questão de transparência.
Perde o sentido também a ameaça de investigar os fundos da CNA, feita pelos governistas. Se houver suspeitas, que sejam investigadas. Por uma nova CPI.

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