Jornal do Brasil

 TEGUCIGALPA - Os principais candidatos a presidente de Honduras encerram segunda-feira suas campanhas para a eleição do próximo domingo, cuja legitimidade é questionada por diversos países por causa do golpe de Estado que depôs o presidente Manuel Zelaya. Nem ele, nem Roberto Micheletti, que assumiu o cargo, são candidatos, uma vez que em Honduras não se permite a reeleição – cuja proposta de consulta popular sobre o assunto, por parte de Zelaya, foi o estopim do golpe de estado.

Porfírio "Pepe" Lobo, do conservador Partido Nacional, é o favorito na eleição. As campanhas de Lobo e do seu principal rival, Elvin Santos, do Partido Liberal (o mesmo de Zelaya), transcorreram em clima de apatia por parte de um eleitorado cansado da crise política desencadeada pelo golpe. Além de Lobo e Santos, outros três candidatos disputam a Presidência.

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