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Categoria: Diversos
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Betto e Fidel: união simbólica incompatível
entre Cristo e o carrasco do "paredón" da
morte

Do Observatório de Inteligência
Por Orion Alencastro


O pomposo Frei Betto, codinome eclesiástico dominicano de quem nasceu no Dia do Soldado, 25 de agosto de 1944, em Belo Horizonte, com o nome de Carlos Alberto Libânio Christo, hoje sexagenário, não se contenta em revestir-se de religioso odiendo, marxista, apologista da Teologia da Libertação e colaborador na destruição da Igreja Católica que, as suas custas e de assemelhados ideólogos, afugentou fiéis para a construção de igrejas pentecostais e as da prosperidade do dinheiro no país.

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Como tantos, encostou o hábito, passou a usar carteira de identidade e insiste em dar seqüência a seu tresloucado passado ideológico, guerrilheiro, traidor da Igreja e da Pátria, e vítima oportunista da contra-revolução de 1964. Foi assessor do amigo metalúrgico que se tornou presidente, coordenando o Projeto Fome Zero, patrocinado pela ONG da negociata do subfaturamento do nióbio, a CBMM/Moreira Salles, de Araxá, em seu estado natal. Diante do conhecimento de procedimentos de corrupção sob leniência do seu chefe, renunciou ao seu mister no Palácio do Planalto, em 2004.

 
 Nomenclatura que sumiu de todas
cartilhas do governo.

Tarso, Greenhalgh e Frei Betto, trio satânico

Dotado de admirável cultura, mas portador de mente carniceira, foi só tomar conhecimento da indicação do tenente do exército R/1 (CPOR) Tarso Genro, ex-ministro destruidor da Educação, à pasta da Justiça e do sanguessuga Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado aproveitador de pensionistas da ditadura, à Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, para avivar e retocar o ódio insidioso entre brasileiros.

O dominicano Christo que se aproveita do marketing do rancor, em virtude do lançamento do filme "Batismo de Sangue" no Rio de Janeiro, objeto de roteiro e nome do seu livro, levantou a bola da provocação ao atônito Presidente da República, em extemporânea provocação: "A arte, através da literatura e do cinema, está fazendo o que o atual governo presidido por um ex-preso político deveria fazer: abrir os arquivos da ditadura".

O filme "Batismo de Sangue" é uma armação cinematográfica na linha de Beria e Goebbels, que sabiam muito bem orientar seus agentes na psicopolítica stalinista e nazista para desconcertar verdades, visando atingir a mente da massa igna, notadamente a massa de manobra das gerações mais novas. A película transmite a participação de frades dominicanos na luta clandestina contra a "ditadura" militar e retrata a repressão política.

Abertura dos arquivos das ditaduras comunistas

 Dom Cláudio Hummes, Luiz Inácio, Frei Betto e Marisa Letícia, 1 de maio de 2003.

"A experiência da Igreja católica com partido político (PT), sindicatos e terroristas não deu certo"
D. Cláudio Hummes, dez/2006


Crítica infeliz de quem, satânico, se esconde atrás do título que deveria preservar como agente de Cristo e da Paz, no espírito da Lei da Anistia. Seria importante abrir todos os arquivos, os desta e das outras ditaduras (Albânia, China, Coréia do Norte, URSS, Cuba, etc), e expropriar as fortunas de políticos ainda vivos e de suas famílias, a começar pelo Sr. Orestes Quércia, menino de Pedregulho-SP, enriquecido como prefeito de Campinas, transformou seu governo no Estado como o mais corrupto da história paulista e, hoje, o seu partido PMDB está na base aliada do PT, o mais corrupto da história da República.

Frei Betto poderia escrever um livro e mostrar ao povo brasileiro que cada casa de família miserável é a conseqüência e retrato da comida que se deu e se dá para engordar políticos e que não chegou aos milhões que comem mal e vivem desabrigados. Contra aqueles nomeados em arquivos que desafiaram os defensores da sociedade e do Estado da investida para tornar o país satélite de Moscou, Pequim ou Havana, deveríamos compilar novamente os arquivos e criar um tribunal específico para julgar os crimes de sequestro, assassinatos, emboscadas, atentados e atos de terror, punindo-os na forma da lei e ressarcir ao Estado e às vítimas os prejuízos e danos causados.

Novo livro de Frei Betto

Cremos que seria oportuno aproveitar os arquivos recentes e abrí-los, e Frei Betto escrever um livro para roteiro do filme "Como o PT destrói a República e a Família Brasileira". Em seguida, recomendamos dirigir-se a Havana para aproveitar o tempo que resta a seu comandante Fidel Castro, do qual engraxou as botas, e pedir autorização para abrir arquivos e escrever livros que se transformarão em filmes dignos de Oscar, pelo morticídio e impiedoso martírio praticado sobre o povo cubano.  Hoje ainda é escravo do carrasco e companheiro de Luiz Inácio da Silva, no Foro São Paulo.

Frei Betto prestaria um grande serviço à Santa Madre Igreja Católica, imitando o respeitável e admirado pensador Leonardo Boff, que renunciou os títulos da Igreja e assumiu a sua verdadeira personalidade de cidadão. Nascido no dia de Caxias, o Pacificador, pode não gostar da sua data de nascimento, mas que siga o soldado de Deus, Jesus, pregando a pacificação na sociedade brasileira. (OI/Brasil acima de tudo)