Indícios e evidências
PCHAGAS
Segundo um velho e consagrado manual militar de campanha, “os indícios são sinais deixados pelo inimigo no terreno e outros vestígios ou pormenores que lhe digam respeito, pela observação dos quais se pode deduzir sua presença, sua força, seus movimentos, sua atitude e até mesmo suas possibilidades”.
Rápida pesquisa no Dicionário Prático da Língua Portuguesa, apresentado por Antônio Houaiss, nos diz que evidência é a “qualidade do que é evidente, que é incontestável, que todos vêem ou podem ver e verificar”.
Da análise dos indícios deixados pelo inimigo, chega-se às evidências de suas pretensões.
O planejamento estratégico e as alianças espúrias do Foro de São Paulo; o aparelhamento do Estado; o financiamento e o acobertamento do MST; a compra de
 
  Financiamento e acobertamento  do MST
consciências no Congresso e na mídia; a banalização da acumulação dolosa de recursos não declarados em “caixas” dois, três e até quatro; as ligações com terroristas, narcotraficantes e seus acobertadores (FARC, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa); os “justiçamentos” e queimas de arquivos no melhor estilo mafioso (caso Celso Daniel); as intimidações pela organização de dossiês ou pela quebra de sigilo bancário e fiscal; a negação de crimes políticos cometidos por aliados reconhecidamente tirânicos e sanguinários, como os irmãos Castro, Ahmadinejad, e outros menos conhecidos mas não menos cruéis; a recontagem e a falsificação da história; a negação de heróis verdadeiros e a exaltação de criminosos e terroristas  são alguns exemplos da extensa lista de indícios “deixados no terreno” pela gangue que
  
    Mensalão - compra de consciência
assumiu a direção do País conduzida pelas mãos da desavergonhada demagogia de um bufão mutilado pela própria incompetência.
Estes indícios, que há muito vêm sendo deixados pelo PT e seus aliados, somados a “balões de ensaio”, como o famigerado PNDH/3 e o “lido, mas não tragado”, plano de governo do PT para o mandato tampão de Dilma Rousseff, conduzem qualquer analista, por menos instruído, informado ou culto que seja, à evidência de que o processo revolucionário para a eternização no poder e a implantação fraudulenta e sorrateira de um regime totalitário e arbitrário, “oferecido” à sociedade sob a forma dissimulada de “justiça e bem estar social”, está em vias de conclusão, tendo como ponto de inflexão definitivo o resultado das próximas eleições.
Não tenho simpatia alguma pelo Sr José Serra, o mais forte adversário da representante do regime lulopetista, mas vejo-o como uma solução imediata, exatamente por ser uma ameaça à continuidade do processo revolucionário traçado pelo famigerado Foro de São Paulo.
O Sr José Serra ou qualquer outro oposicionista, para governar, terá que, entre outras coisas, “limpar a área” e desalojar a “cumpanherada” aboletada nos postos chave da administração pública e, ainda, enfrentar a revolta dos “excluídos” do MST e das bolsas esmola que, junto com os “desalojados”, tentarão implantar o caos no País e concluir “na marra” a revolução, até aqui conduzida na forma de mentiras, corrupção, enganação e dissimulação, tudo isto sem contar com o terrorismo institucional promovido pelos incendiários profissionais do PT, que estarão de volta a sua condição original de oposição radical e irresponsável!
Em outras palavras, a vitória de qualquer candidato que não seja a Sra Dilma Rousseff fará com que o PT e seus asseclas mostrem à nação a sua verdadeira cara e suas verdadeiras intenções, até agora denunciadas apenas pelas poucas pessoas não contaminadas pelo vício ou compradas pelo oportunismo suicida, cego e imediatista dos que mamam nas tetas da corrupção.
É imperioso que, nestas eleições, se rompa o ciclo revolucionário gramcista para que, provocados e frustrados, eles venham para a luta aberta, para o corpo a corpo, e mostrem em definitivo o que querem e aonde querem chegar, porque, neste campo, historicamente, a nação sabe como salvar-se.
    

 
 

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