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Categoria: Projeto ORVIL
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 TERNUMA Regional Brasília
Gen Div Ref Agnaldo Del Nero Augusto

 Desde o primeiro momento em que se falou em abrir os Arquivos da Ditadura aplaudimos de pé. Não desejamos outra coisa. Não temos o que esconder. Não temos o que temer. Não queremos nada além da VERDADE.  Quem tem medo da verdade são os mentirosos, os comunistas, os subversivos.  Nós, pelo contrário, agora precisamos restabelecer a VERDADE. Por isso desde que tomei conhecimento do provérbio citado por Soljenitsin na abertura de seu livro “Arquipélago Gulag“: Não se deve... não se deve remexer no passado! Aquele que recorda o passado perde um olho! Aquele que o esquece perde os dois! Enquanto viver e tiver um olho hei de remexer o passado, buscando colocar a verdade à tona. Este se tornou meu objetivo de vida Nós precisamos da verdade. Mas Soljenitsim, embora tenha passado 38 anos de indescritível sofrimento nos campos de trabalho forçado soviéticos, de onde poucos saíram com vida, também disse: O pior do comunismo não é a opressão é a mentira. Com a mentira e valendo-se de técnicas psicológicas de indução, os comunistas patrícios montaram uma Mitologia Histórica do Brasil.

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O que é a Mitologia Histórica?  Quem a define bem é o famoso historiador marxista e militante comunista Eric J. E. Hobsbawn quando escreveu: Mais do que nunca a história é atualmente revista ou inventada por gente que não deseja o passado real, mas somente um passado que sirva a seus objetivos. Estamos hoje na grande época da mitologia da história. E foi mentindo, revendo e inventado fatos e deturpando episódios inteiros que os comunistas escreveram uma Mitologia de nossa História e é ela que circula na mídia, nos livros didáticos. É bom que se diga que Hobsbawn, como bom comunista não resiste à mentira e paradoxalmente, em seu livro, “Tempos Interessantes” na página 234, não só admite a mentira, com tem admiração eterna pelo mentiroso, quando em benefício da “causa”. E nós precisamos da verdade.  Precisamos porque somente a VERDADE nos libertará.  Libertar-nos-á das pechas que os comunistas nos impingiram e que o patrulhamento ideológico tem nos dificultado colocá-las a nu. Quem consegue uma editora para apresentar a verdade? Os livros que tentam colocar a verdade têm sido editados por seus autores, ou pela BIbliex, com circulação  restrita. Não estão expostos nas livrarias, disponíveis ao grande público, aos jovens que precisam conhecer a verdade, em particular os jovens militares que precisam ser esclarecidos, precisam conhecer os fatos para não só respeitar, como ter orgulho dos que os precederam.

Apesar de respeitar muito o general Leonidas, suas posições firmes em defesa do Exército, lamentei muito, muito mesmo, sua decisão de guardar as informações de que dispunha. Apesar de entender as circunstâncias, considero que cometeu um equívoco de avaliação irreparável. Foi uma oportunidade perdida daquelas que não voltam mais. Foi a oportunidade de tomar a iniciativa. Foi a oportunidade de sair na frente. Postos aqueles dados nas mãos de um escritor, a história estaria escrita. Perdida a oportunidade, caímos na defensiva. Os subversivos, com alta escola em guerra psicológica, saíram na frente, na Ofensiva. Na guerra psicológica o princípio da ofensiva é tão ou mais importante que na guerra convencional e não se ignora que eles movem uma guerra psicológica permanente contra as Forças Armadas,

Não desconhecemos o dito de Francis Bacon: “ o tempo é o senhor da verdade”. Sempre entendemos, porém, seu aforismo com o tempo sendo capaz de apagar ou atenuar as paixões. Todavia, o tempo nada esclarece. Se ficarmos parados, olhando “a banda passar”, se não apresentarmos ou agregarmos novos dados para esclarecer  os fatos e episódios, mostrar as omissões, tornar claro  o contexto em que ocorreram, sem paixão, a verdade não surgirá por idade, principalmente depois que uma versão, mesmo mentirosa, estiver consolidada.

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O  Gen Div Ref Agnaldo Del Nero Augusto é autor do livro A Grande Mentira - Biblioteca do Exército - 2001