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Categoria: Diversos
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 Um por cento dos estudantes brasileiros consegue chegar à universidade, configurando-se, portanto em uma elite. Desta elite, a menor parcela estuda em universidades públicas, sendo, portanto a elite da elite, pois freqüentou as melhores escolas privadas, a exceção dos cotistas, que não entraram por mérito próprio, mas por demagogia do lulla.

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É triste ver que esta elite, na realidade é simplesmente uma elite numérica, pois dos invasores da reitoria da USP, podemos dizer que como sempre, a grande maioria é de microcéfalos, que nem sabe porque lá está, acha bonitinho, leva a mamãe para ver as acomodações, reles massa de manobra dos sociopatas que fizeram a invasão por razões puramente políticas.

 

Pois onde estava até agora o dito movimento estudantil quando da eclosão dos maiores escândalos de corrupção nunca antes vistos neste país? E porque ainda se esconde diante das novas e intermináveis denúncias de banditismo envolvendo todos os podres poderes da república lullista?

 

Os “dirigentes” do referido “movimento”, na realidade melhor definidos como manipuladores, posam de democratas, mas partem para a violência da invasão, antes mesmo de partir para o diálogo democrático, e arbitrária e autoritariamente não respeitam decisão judicial que os obriga a deixar a reitoria, a semelhança de MSTs e outros ditos movimentos “sociais” de mesma matriz.

 

Que democracia é esta, que se manifesta ao arrepio da lei, e o que se pode esperar destes estudantes profissionais, quando forem promovidos a políticos profissionais, senão agirem a semelhança de zés dirceu, aldos e carlos eduardo martins, entre tantos outros hoje envolvidos no processo de transição de nossa frágil democracia para a democratura petista?

 

Os “estudantes” levantaram barricadas e se municiaram dentre outros, combustíveis, se algum policial for ferido, com certeza será divulgado como fatalidade e parte do risco da profissão, já se algum esquerdiota for ferido, será amplamente difundido como ação da repressão aos legítimos movimentos sociais e democráticos... o coronel Joviano, que é o responsável pela desocupação em estrito cumprimento da lei, que se prepare, para se tornar o novo Erasmo ou o saudoso Ubiratan, e semelhante execração pública, não será por mera coincidência.

Ingo Schmidt