Essas manifestações foram realizadas em várias  
 cidades do Brasil 
Com a Contra-Revolução de 1964, o poder no Brasil foi assumido por militares e políticos renomados, com apoio popular da imensa maioria da população brasileira e tendo como objetivos afastar  do País as tentativas ilegais de tomada do poder por grupos comunistas, que queriam implantar um regime comunista nos moldes de Moscou e de Cuba no País.
Os métodos políticos preconizados e já em execução no governo de Jango descumpriam a Constituição e empregava medidas marginais que utilizavam o crime, como assaltos, seqüestros de autoridades e pessoas importantes, invasões de propriedades públicas e privadas, financiamento internacional comunista e a força das guerrilhas.
Outra exigência do povo brasileiro foi a de acabar com a corrupção que se expandia por todos os setores e poderes da nação, como se depreende das publicações nos jornais da época:
" O Brasil já sofreu demasiado com o governo atual. Agora basta!"
(Correio da Manhã, de 31/03/1964) 
“...Sem povo, não haveria revolução, mas apenas um pronunciamento ou golpe com o qual não estaríamos solidários.”
(O Globo, de 07/10/1984). 
Imediatamente após o dia 31 de março de 64, bem como durante todo o período de 21 anos que se seguiu, o Governo Brasileiro foi reconhecido por todos os Países do Mundo Ocidental e, diferentemente de Cuba e de outros  Países sul-americanos, a ação militar coesa das Três Forças Armadas, com o apoio efetivo da sociedade civil e de Governadores de Estados, foi efetivada com êxito absoluto, sem desfechar um tiro sequer e sem derramamento de sangue!
A iniciativa da Marcha da Família repetiu-se em outras capitais, também após a tomada do poder pela contra-revolução, tornando-se conhecidas como "marchas da vitória". No Rio de Janeiro, a marcha levou às ruas cerca de um milhão de pessoas no dia 2 de abril de 1964. 
Todo o clima de tensão que dominava o Brasil no mês de março de 1.964, incluindo a péssima situação econômica de inflação alta e corrupção desenfreada, e a forte incitação de envolvimento das massas populares, estudantes e militares graduados contra a ordem estabelecida pela Constituição, pode ser facilmente percebido por publicações de toda a imprensa e , principalmente, prelo seguinte Extrato da publicação histórica da revista O Cruzeiro da época: 
“O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra.
Fala aos sargentos: Princípio do fim
Texto de Glauco Carneiro - Fotos de João Rodrigues
Perante mil sargentos das Fôrças Armadas e Auxiliares, o Sr. João Goulart, em violento discurso, pronunciado na noite de segunda, tornou irreversível sua posição de esquerda e desencadeou, graças a essa definição, feita em têrmos candentes, a movimentação das fôrças que o derrubaram. Consideraram os chefes da revolta que, transigir mais com a posição ostensiva do Sr. Goulart, seria decretar a morte da democracia. O discurso de Jango, a 30 de março, foi o comêço do fim.(..)
O discurso do Sr. João Goulart nessa reunião, realizada no Automóvel Clube, foi considerado pelos observadores como o mais violento de sua carreira, acusando seus adversários de subsidiados pelo estrangeiro e prometendo as devidas “represálias do povo”.
“O governo da contra-revolução respeitou todos os participantes envolvidos pela utopia comunista, liberando-os para que seguissem sua vida normal de brasileiros, deixou que os piores, aqueles bandidos e entregadores da pátria, se auto-exilassem pelo mundo afora, e determinou o exílio de outros, culpados de diversos crimes, e depois, benevolente, os anistiou, e todos voltaram, e todos foram novamente se apoderando do Estado, foram novamente implantando suas mesmas idéias perniciosas e já ultrapassadas, passando novamente a depenar o Estado com seus roubos e falcatruas, voltando a ser o inimigo do povo.”
 
Recente entrevista do General OLEG, da KGB, ao Fantástico, da rede Globo, prova o patrocínio, sem sombra de dúvidas:
O "OURO DE MOSCOU"
"Por ordem do Partido Comunista da União Soviética, a KGB dava dinheiro a cada Partido Comunista de outros Países, inclusive o Brasil. Desde o fim da Segunda Guerra, foram milhões de dólares", revelou ao repórter da rede Globo, Geneton Moraes Neto, para o Fantástico, em 27/11/2005, o general OLEG KALUGIN, que foi diretor do Departamento de Contra-Informação Externa na KGB, em Moscou.
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