A sociedade anestesiada se cala
frente aos governantes covardes
e corruptos, se faz de cega e surda à doutrina gramscista a que é submetida diaria e sistematicamente.
Do Observatório de Inteligência
Por Hermes Arroio D'Aguiar

As FARC anunciaram ao mundo, no último dia 16, a morte de 11 deputados colombianos que eram mantidos reféns. Sobre o fato, seguiu-se um covarde silêncio dos apologistas globais e brasileiros dos Direitos Humanos.





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Dos parlamentos da América Latina não lemos uma linha de solidariedade sequer sobre o assunto. Tampouco vimos imagens. Restou apenas o pronunciamento lacônico do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe e repúdio do Secretário Geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza, pedindo licença às FARC para investigação internacional.

A Voz do Vaticano

Ao término da missa realizada no último domingo na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI não perdeu a oportunidade. Além do tratamento interno dado pela diplomacia do Vaticano, a Sumo Pontífice classificou de “bárbaro assassinato” o desaparecimento daqueles parlamentares. Sua Santidade apelou para a libertação imediata dos reféns mantidos pelos rebeldes e a devolução dos corpos dos deputados aos parentes.

Ao que tudo indica, vivemos em uma sociedade democrática politicamente covarde, da qual se aproveitam os cínicos oportunistas da esquerda, os omissos de toda ordem, onde assistimos passivamente o sepultamento silencioso das liberdades ao mesmo tempo que nos alimentamos das conjunturas de imoralidade e do crime, deixando que se solape a ética, a moral e a força das leis. (OI/Brasil acima de tudo)
 

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