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Categoria: Diversos
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 Ternuma Regional Brasília

Por   Agnaldo Del Nero Augusto - General de Divisão Reformado

Não posso negar a desilusão e a preocupação com a nossa juventude em razão da podridão que tomou conta dos poderes da república. Nunca houve podridão igual neste País. Como reverter esta situação? Como uma alternativa, há alguns dias, alguém sugeriu a retomada da matéria “Educação Moral e Cívica”, que a esquerda “burra” acabou. Dominada pelas esquerdas, como estratégia, seria o melhor instrumento dos gramscistas para a tomada do poder e implantação do socialismo. Associando o problema escolar, lembrei-me  de que nos anos cinqüenta a “cola” era uma instituição nas escolas. Lembrei-me, também, que para eliminá-la foi instituído, nas escolas militares, o “código de honra”. Com sua implantação, no dia de prova, o professor podia abandonar a sala de aula sem que o código fosse quebrado. Funcionava subsidiariamente como um processo pedagógico para ensino da ética. Aprendia-se a diferença entre o certo e o errado, o bem e o mal.

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    Com a realização do dito 50º Congresso da UNE, ao longo desta semana, na UnB, contatou-se que perdura batalha pelas mesmas bandeiras de cinqüenta anos atrás. Observa-se uma guerra santa protagonizada por uma miríade de tendências de esquerda. Do mesmo modo, nota-se uma feroz batalha verbal na assembléia, para no final as tendências dominantes se acertarem e dividirem os nacos da direção. Nas eleições, as tendências não apresentam chapas: acertam a divisão dos cargos de direção, já sabendo que a presidência será do Partido Comunista do Brasil – PC do B, o partido stalinista, que detém a maioria na eleição dos delegados.  O PC do B mantém ampla hegemonia, há anos, na entidade A nova presidente eleita declarou que a alternância no poder não significa que haja democracia. Coerente com seus ídolos, Stalin, Fidel, Chávez, democrata é quem fica ou pretende ficar décadas no poder.

 

Os bordões no congresso são também os mesmos. Apenas Fidel Castro perdeu o trono para Hugo Chávez. A falta de cabeça para pensar, o vocabulário sempre começa pelo tratamento “companheiros” e, anos depois, garantem a sobrevivência de denúncias contra o acordo MEC/USAID, que segundo eles, orientou a reforma universitária dos governos da revolução de 64. O grande tema, para o qual pretendem a realização de um plebiscito, é a reestatização. “A luta contra as privatizações que ainda podem acontecer, para que o governo Lula pare com as privatizações e, mais que isso, volte a estatizar alguns setores privatizados, como a Vale do Rio Doce. Queremos um plebiscito para perguntar ao povo se o governo deve reestatizar a Vale”.

Como o “negócio” de boi ou vaca parece que, comparativamente, tem dado mais lucro que a siderurgia, sugerimos que façam a campanha da Vaca Estatal. Pegando carona em crônica de Claudio Mafra,( O ESP 8/7) dou a receita. Passeava ele de automóvel pelo interior de Cuba com três jovens cubanos no banco de trás e o assunto passou a ser as vacas pastando, solitárias, já que não há nenhum rebanho.  “São 25 anos de prisão se alguém matar uma vaca” grita uma mocinha. O rapaz dá os detalhes. A carne é para vocês, turistas, nós não podemos, é muito caro”!

Fico sabendo que a vaca não é de seu suposto dono. São vacas estatais. A vantagem para o “dono” são o leite e o queijo, que ele pode vender”. Sem discriminação, aparentemente, a estatização poderia ser de boi ou vaca. Mas fica um alerta, a estatização de vacas é mais vantajosa para o erário. Quando nasce um bezerro ele paga uma taxa. Se as vacas daqui continuarem com a fertilidade que as de certo parlamentar apresenta, a estatização das vacas pode dar uma arrecadação que se assemelhe ao dízimo que os “companheiros” que aparelham os cargos estatais recolhem para pagar as dívidas eleitorais.

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