Prezados amigos.
Acho que não preciso dizer isso, mas, não custa lembrar. Ao passarmos para a Reserva perdemos algumas armas (espada, pistola, obuseiro, canhão, morteiro e fuzis) mas não todas. Restou talvez a mais importante: a informação

     
Esta, unida à verdade, à moral, aos bons costumes e aos valores que aprendemos na caserna, é uma arma formidável. E ajuda a vencer batalhas. Talvez a guerra...

        A Guerra da Informação que achávamos perdida, tantos e tantos os livros com verdades distorcidas do período do governo militar, acaba revelando trechos da verdade aqui e acolá, pela coragem de alguns poucos protagonistas. Do mesmo modo que leio os maus livros, para formação de juízo, preciso ler os bons, com repositórios de informações.

        Eu já comprei e li este livro e o recomendo a todas as pessoas honestas e que queiram conhecer os dois lados da história que vem sido mal escrita. Mas vou novamente, comprar um segundo e talvez um terceiro para dar de presenteaos que não terão coragem de ir.

        Conclamo aos camaradas que cerrem fileiras do lado do bem, compareçam e, se possível, divulguem e levem os amigos e os amigos dos amigos (não a tal facção do crime-organizado de SP, foi só um trocadilho).
    
    Conto com TODOS vocês. Não vou repetir o Collor que dizia “não me deixem só”, mas posso pedir:-“Não me desapontem!”. 
     
    Luiz Mergulhão, 2º Ten R/2 Artilharia CPOR/RJ turma de 1965
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