Entrevista: Paulo Guerra, filho de Félix Guerra, proprietário da Fazenda Coqueiros

17.09.07 Começou no RS a guerrilha rural do MST.

 

Texto completo

Como foi a ação que explodiu dois tratores na Fazenda Coqueiros?

 

Paulo Guerra:. As 3h30 desta segunda, foram ouvidos dois estouros. Os bandidos políticos explodiram dois tratores. Foi, sem dúvida, uma ação criminosa.

De quem?

Paulo Guerra: Olha, é evidente que foi do MST. Consideramos esta ação como o primeiro ato terrorista do MST no Estado. Explodir tratores é o começo de uma série de atos terroristas dos sem-terra no Estado.
O sem-terra estão passando para um estágio mais avançado, que ultrapassa as invasões de terra, para o terrorismo ?

Paulo Guerra: Nós tivemos acesso e qualquer um pode ter a um dossiê preparado pela Brigada Militar no Estado, ligando o MST às Farc, da Colômbia. Todas as práticas de terrorismo rural implementadas pelas Farc estão começando a serem efetivadas aqui no Estado pelo MST. Agora, eles não querem mais somente invadir terras. A nova ação deles busca a tomada de territórios.

Como a Fazenda Coqueiros se encaixa nessa nova acão terrorista do MST?

Paulo Guerra: Nossa fazenda é estratégica pela sua localização. As nossas terras fazem divisa com oito municípios e por elas passam duas rodovias. Eles querem a Fazenda Coqueiros para "fechar um território", destinado à prática de vários crimes.

Quantas vezes a Fazenda Coqueiros já foi invadida?

Paulo Guerra: Já tivemos oito traumáticas invasões. E isso que já comprovamos ao Incra que nossos 7,1 mil hectares são altamente produtivos.

O sr. teme um confronto com os sem-terra na Coqueiros?

Paulo Guerra: Claro que sim. Isso é o que eles mais querem: derramamento de sangue.

Qual foi o prejuízo da ação deste final de semana?

Paulo Guerra: Cada um dos dois tratores, que estavam sendo usados para o plantio de milho, custa R$ 100 mil.. O custo para os cidadãos gaúchos também é enorme. Para cada megaoperação para combater uma mobilização dos sem-terra.

site polibio braga.

 

 

02 de outubro de 2007

Questão Agrária

Juíza determina bloqueio da marcha

Sem-terra e ruralistas não poderão se aproximar da Coqueiros

A juíza Marlene Marlei de Souza, titular da 2ª Vara Cível da Justiça de Carazinho, determinou, no início da noite de ontem, que a Brigada Militar monitore e impeça que os três grupos de sem-terra cheguem à região da Fazenda Coqueiros, no norte gaúcho.

Em seu despacho, que atendeu a um pedido do promotor de Carazinho, Denílson Belegante, a magistrada considera que "o direito de ir e vir não pode servir de escudo para atos ilegais, como a invasão de uma propriedade".

A ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público também se estende aos ruralistas, representados pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). Caso os produtores rurais organizem uma marcha, deverão ser igualmente impedidos de entrar na área da comarca de Carazinho, que compreende ainda os municípios de Santo Antônio do Planalto, Coqueiros do Sul - onde fica a Fazenda Coqueiros - , Almirante Tamandaré do Sul e Chapada.

Para o promotor, "é muito mais fácil impedir que os dois grupos se mobilizem dentro da Fazenda Coqueiros do que evitar o embate... depois que eles lá estiverem".

- O confronto, caso os dois lados se encontrem de fato, é inevitável - disse o promotor.

Segundo o subcomandante geral da BM, coronel Paulo Roberto Mendes, o planejamento para cumprir a ordem judicial já foi elaborado. Batalhões de Operações Especiais de Santa Maria, Passo Fundo e Porto Alegre devem partir na manhã de hoje para a região de Carazinho.

- O possível bloqueio da marcha dos sem-terra se dará somente nos limites da comarca - afirmou o coronel, salientando que o monitoramento das três frentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) já está ocorrendo.

Ontem, depois de passar o final de semana acampados em Lajeado, no Vale do Taquari, cerca de 500 integrantes MST tomaram, no início da manhã, o posto de pedágio localizado em Marques de Souza, no km 12 da rodovia Canoas-Iraí (BR-386). Eles usaram peças de roupa para cobrir as câmeras de vídeo e obrigaram os funcionários a abrir as cancelas.

Colaborou Josiane Weschenfelder
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fonte
zerohora.com

 

-O MST escolhe fazendas produtivas como a Fazenda Coqueiros, arrenda terrenos próximos e começa o seu abecedário. De abril de 2004 a julho de 2007, o número de ocorrências policiais na Fazenda Coqueiros ultrapassa 120.

 

Abigeato

A tiros e a golpes de foice, o MST abate bovinos de todas idades. Em 30.06.07, em Coqueiros do Sul, um integrante do MST foi preso em flagrante carneando um boi. Na Fazenda Coqueiros, em três anos, foram abatidas mais de 125 reses; algumas feridas e mutiladas acabam morrendo nos matos.

 

Baderna

Sinônimo do movimento, por onde passa, há tumulto, sempre colocando em risco a integridade física de pessoas inocentes.

 

Caça de animais silvestres

A chegada do MST na região de Coqueiros do Sul está causando desequilíbrio na fauna devido à caça indiscriminada feita pelos acampados.

 

Cárcere privado

Em fevereiro de 2006, um grupo de 'trabalhadores rurais sem-terra', encapuzados e fortemente armados, invadiu a residência onde os funcionários da serraria descansavam. Os funcionários foram mantidos sob a mira das armas durante várias horas, sem poder sair do local. O delegado denunciou o MST ao Ministério Público por cárcere privado. Apesar das provas e do testemunho das vítimas, a denúncia não foi aceita pelo Ministério Público.

 

Depredação

O MST depredou completamente uma chácara de quatro hectares, em Coqueiros do Sul. O casal de proprietários ficou desconsolado e disse que o MST acabou com seu sonho. A depredação de casas, instalações, cercas é prática comum pelos integrantes do MST.

 

Derrubada de árvores nativas e cultivadas

Perto dos acampamentos do MST, há o desmatamento lento e continuado pelos acampados da mata nativa, com as conseqüências perniciosas ao meio ambiente. Munidos de moto-serras, derrubam igualmente árvores de pinus plantadas há três décadas.

 

Desobediência à ordem judicial

Em fevereiro de 2006, uma líder do MST rasgou a ordem de reintegração de posse na frente da imprensa e dos oficiais de justiça, demonstrando que esse 'movimento social' considera-se acima da lei. Na Fazenda Coqueiros, diariamente o interdito proibitório é desobedecido, com invasões de toda sorte que ameaçam o estado de direito e a segurança jurídica.

 

Esbulho possessório

Entre as táticas do MST está o esbulho possessório, que consiste em espoliar, privar da posse mediante violência. Em julho de 2007, cem integrantes do MST invadiram o talhão 133 da Fazenda Coqueiros, que fica na divisa com o acampamento Jandir para destruir a plantação de aveia-preta existente no local. Em três anos, são sete grandes invasões e invasões diárias, desrespeitando o interdito proibitório.

 

Furto

Em janeiro de 2006, integrantes do acampamento Jandir foram pegos em flagrante furtando milho, que era conduzido para o acampamento em espiga, trilhado e carregado em caminhões. Baterias, peças, implementos, equipamentos, material de cerca: tudo que pode ser carregado é alvo de furto pelo MST. Na invasão da sede da Fazenda Coqueiros em 2007, os empregados tiveram seus pertences furtados pelos invasores.

 

Homicídio e Tentativas de Homicídio

Em 2006, em acampamento em Coqueiros do Sul, durante uma invasão, a mãe de uma criança de colo foi impedida pelos líderes de levar a filha ao atendimento médico e a menina faleceu. Outros inocentes como colaboradores de empresas visadas são vítimas de atentados, como apedrejamentos. Quando funcionários das fazendas produtivas pegam em flagrante os acampados matando um boi, os ladrões atiram contra os empregados. Na Coqueiros, em uma ação que visava provocar mortes, durante a colheita, o MST serrou a estrutura de uma ponte de madeira, deixando-a prestes a desabar. Estão se tornando freqüentes as ocorrências em que os acampados, flagrados em atividades criminosas, respondem com tiros de arma de fogo de grosso calibre. 12/04/2007: Funcionários da Coqueiros que carregavam a carcaça de um caminhão queimado para levar ao Fórum da Liberdade foram cercados por integrantes do MST que começaram a atirar. A vida humana parece pouco importar para os irresponsáveis líderes do MST.

 

Incêndios criminosos

Entre os maiores absurdos cometidos pelo MST estão o incêndio de lavouras de milho, de soja e de aveia. Na Fazenda Coqueiros, o MST queimou em várias ocasiões lavouras que totalizam 200 hectares de soja e 40 hectares de milho. Também cercou os funcionários da Fazenda que plantavam no talhão ao lado do acampamento e queimou dois caminhões carregados de semente e de adubo. O MST queimou mais de dez casas e toda a área industrial da serraria.

 

Mutilação

Alguns animais escapam dos ataques dos acampados e ficam com seus membros mutilados.

 

Mentira
A mentira é prática constante na cartilha do MST. A Fazenda Coqueiros tem respondido às mentiras e aos ataques criminosos com trabalho e produção.

 

Quadrilha (Formação de)

A organização do MST caracteriza uma típica estrutura criminosa, com hierarquia e líderes que comandam de São Paulo os líderes de Porto Alegre, que por sua vez coordenam os líderes locais. Nenhum deles se responsabiliza pelos atos cometidos pelo 'movimento'.

 

Roubo

Ver abigeato.

Sabotagem

Para atrasar a atividade de colheita e danificar as máquinas, o MST amarrou barras de ferro nas espigas. Na lavoura de soja, espalhou arames para as máquinas recolherem e sofrerem danos.

 

Turbação de posse

Ver esbulho possessório.

Usurpação
No caso da Fazenda Coqueiros, o MST quer usurpar uma Fazenda produtiva para derrubar seus matos e transformar produção em marasmo.

 

Vandalismo
Cada vez que os funcionários da Empresa Fazenda Coqueiros precisam trabalhar nas proximidades dos acampamentos, são ameaçados e apedrejados, sendo necessária a presença de força policial para não colocar em risco a integridade física dos trabalhadores da Fazenda.

 

 

Questão agrária | 26/09/2007 | 16h30min

MST chega a Caxias do Sul

Cerca de 500 adultos e 170 crianças participam da marcha na cidade

A chegada da marcha do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) a Caxias do Sul foi tranqüila. Por volta das 11h, 11 ônibus e mais cinco veículos de apoio pararam na rua ao lado do Shopping Iguatemi. Eles iniciavam uma caminhada até o centro da cidade, onde fizeram uma manifestação pacífica. Segundo a organização do movimento, 500 adultos e 170 crianças participam da marcha em Caxias.

 

Os sem-terra saíram de Eldorado do Sul no dia 11 de setembro e já passaram por Porto Alegre e cidades do Vale do Sinos. Antes de Caxias, a última parada havia sido em Sapiranga. Os integrantes do movimento pretendem chegar em Coqueiros do Sul, onde está a Fazenda Coqueiros, pela qual eles lutam pela desapropriação.

 

Simultaneamente, acontecem outras duas marchas do MST com destino a mesma propriedade rural. Uma delas saiu de São Gabriel e outra da Bossoroca. A chegada em Coqueiros dos cerca de dois mil sem-terras das três colunas está programada para a segunda semana de outubro.

 

Segundo um dos membros da coordenação estadual do movimento, Paulo Mioranza, esta é a terceira vez que uma marcha dos sem-terra passa por Caxias, as outras teriam sido no final dos anos 1980 e no final dos 1990. Ele afirma que a passagem pela cidade será pacífica.

 

— Queremos debater com a sociedade a reforma agrária — explica Mioranza sobre o objetivo da visita.

Em Caxias, depois da distribuição de pães e bananas para alimentar os participantes, a caminhada pela RST-453 começou ao meio-dia puxada pelo Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD) de Caxias do Sul. Integrantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias e do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Universidade de Caxias do Sul (UCS) também participaram.

 

Acompanhados de batedores da Brigada Militar e da fiscalização do trânsito, os manifestantes não chegaram a causar transtornos aos motoristas, já que a caminhada ocupou apenas uma das pistas da rodovia. À tarde, na Praça Dante Aligheri, com um caminhão de som houve manifestações breves de lideranças de sindicatos e organizações estudantis locais, que não chegaram a mobilizar os passantes. Alguns integrantes do MST distribuíram panfletos sobre a situação da Fazenda Coqueiros e contra empresas que praticam monocultura.

 

Em seguida, os sem-terra seguiram a pé até os Pavilhões da Festa da Uva, onde montam acampamento. Eles devem ficar na cidade até a manhã de sábado, quando partem rumo a Lajeado. Não há outras manifestações previstas até o final da estadia dos integrantes do MST na cidade. Mas Mioranza diz que, em reunião com apoiadores de Caxias, possivelmente seja decidido mais algum ato na cidade, ainda sem data definida.

 


 

PORTO ALEGRE, SÁBADO, 29 DE SETEMBRO DE 2007

Três sem-terra são acusados de furto

A BM prendeu em flagrante ontem três integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST), entre eles um menor de 17 anos, acusados de furtar peças de caminhões da serraria da Fazenda Coqueiros. Enquanto isso, a situação ficou tensa em São Sepé, quando produtores rurais bloquearam a marcha do MST que pretendia entrar na cidade. Após conversações, o impasse foi solucionado e os sem-terra marcharam pelas ruas centrais e depois retornaram ao acampamento junto à BR 392. Agentes do BOE, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, monitoram a movimentação do MST e dos ruralistas.

 

 

Questão agrária | 01/10/2007 | 09h24min

MST obriga liberação de pedágio na BR-386 em Marques de Souza


Cerca de 500 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam um protesto desde as 8h em pedágio no km 312 da BR-386, em Marques de Souza, no Vale do Taquari. As cancelas foram liberadas, e veículos estão passando pelo local gratuitamente. A previsão é de que os sem-terra mantenham a manifestação até as 12h.

 

Polícia Rodoviária Federal e Brigada Militar estão no local. Não há registro de violência.

 

Segundo um dos líderes do movimento, os objetivos são alertar para os preços cobrados pelos pedágios no Estado, que considera "imorais", e manter o debate sobre reforma agrária.

 

O grupo, divido em 10 ônibus, saiu nesta segunda-feira de Lajeado rumo a Soledade. Estão com faixas, carro de som e distribuem panfletos a motoristas pedindo a desapropriação da Fazenda Coqueiros, em Coqueiros do Sul. Eles compõem marcha estadual que segue em direção à propriedade, da família Guerra.

A Univias, concessionária que administra o pedágio em Marques de Souza, informa que está sem o controle das cancelas e priorizando pela seguranças de seus funcionários.

 

CORREIO DO POVO

PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 2 DE OUTUBRO DE 2007

Uma marcha de problemas

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) invadiram ontem a praça do pedágio da BR 386 no município de Marques de Souza, liberaram as cancelas e deixaram dezenas de veículos passar sem pagar a tarifa. Os colonos estavam se dirigindo à Fazenda Coqueiros. Em Carazinho, a juíza Marlene Marlei de Souza deferiu liminar impedindo caminhada de sem-terra e ruralistas para Coqueiros do Sul.




CORREIO DO POVO

PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 2 DE OUTUBRO DE 2007

MST invade pedágio na BR 386 e abre a cancela

Justiça barrou marchas rumo a Coqueiros do Sul

Veículos tiveram gratuidade em Marques de Souza. Sulvias perdeu R$ 11,2 mil

Cerca de 700 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) invadiram ontem de manhã, por duas horas e meia, a praça de pedágio da BR 386, em Marques de Souza. Liberaram as cancelas e, assim, os veículos não pagaram tarifas nos dois sentidos.

 

O grupo marcha em direção a Coqueiros do Sul, mas chegou ao local, às 8h, em oito ônibus procedentes de Lajeado. 'Sabíamos que viriam, mas não esperávamos que invadissem o local', disse um funcionário da Concessionária Sulvias. Cerca de 500 veículos de passeio e 500 caminhões deixaram de pagar, gerando um prejuízo superior a R$ 11,2 mil, calculou a Sulvias.

 

Na chegada, os sem-terra cobriram com panos vermelhos as câmeras de vigilância. Um carro de som expôs os motivos da marcha, protestou contra os pedágios e pediu apoio à reforma agrária. A Brigada Militar e a Polícia Rodoviária Federal não interferiram na manifestação.

 

À tarde, a juíza Marlene de Souza, de Carazinho, deferiu liminar ajuizada pelo promotor Denilson Belegante impedindo que os sem-terra e os produtores rurais se dirijam a Coqueiros do Sul, ficando, desde logo, impedidos de ingressar na comarca de Carazinho.

 

Conforme Belegante, a preocupação do Ministério Público é que as movimentações do MST e dos ruralistas possam vir a desencadear um confronto de grandes proporções.

 

Termina protesto do MST em Marques de Souza

 

Manifestantes seguem para o Parque de Eventos de Soledade

 

Por volta das 10h30min, os 500 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que protestavam no pedágio de Marques de Souza, no km 312 da BR-386, encerraram a manifestação. Do local, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, o grupo segue até o Parque de Eventos de Soledade.

 

As cancelas do pedágio, que estavam liberadas, voltaram a funcionar normalmente. Os manifestantes reclamavam do valor das tarifas e pediam o debate da reforma agrária.

fonte zerohora.com

Fonte: Paulo Guerra

 

Movimento Nacional de Produtores

+55 67 3341-1444

www.mnp.org.br
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