A.  C. Monteiro - Advogado
                            Aconteceu no passado e ainda persiste no presente a existência em nosso convívio social de homens e mulheres que não têm o mínimo de caráter, e que se vendem por dois tostões, e migalhas outras.  Trocam de lado a todo instante, como corriqueiramente mudam de vestuários. Dançam de acordo com a valsa. Ontem, engraxavam as botas dos militares e os bajulavam constantemente, babando-os vergonhosamente, até mesmo alguns subalternos a eles subordinados e que agora estão ocupando determinados cargos no governo petista, nomeados pelos algozes que sempre combateram em tempos idos.
Rotulavam-se como defensores da democracia e fingiram o tempo todo como sendo avessos ao comunismo que alguns apátridas pretendiam instalar no Brasil, nos moldes da Rússia, China e Cuba.
                            Esse propósito maquiavélico e dominador, desde há muito perseguido pelos ideólogos de plantão, não prosperou graças à intervenção imediata das forças armadas brasileira que, como guardiã do Estado Democrático de Direito, assim não o permitiu e não continuará a permitir que o atual regime democrático, desenhado na Constituição Federal, seja vilipendiado e substituído por conceitos ideológicos ultrapassados e há muito abandonado pelos países que o adotaram como forma de governo.
                            Diga-se de passagem, o homem nasceu livre e como tal terminará os seus dias aqui na terra; jamais poderá ser peça da máquina estatal como pretendem os devotos e irrequietos defensores estalinistas, muitos dos quais encastelados no governo do partido dos trabalhadores.
                            Lá, Joseph Stalim Romano, que reinou durante 29 (anos), para permanecer no poder, simplesmente determinou a execução sumária de 20 (vinte milhões) de compatriotas que divergiram das suas ideias satânicas e mirabolantes, superando em muito as atrocidades cometidas pelo regime nazista de Adolf Hitler, e os defensores dos direitos humanos aqui no Brasil, nada dizem a respeito. Fazem ouvidos de mercador.
                            Pois bem, os bajuladores de ontem que “combatiam” ombro a ombro essa corja de bandidos travestidos de democratas, encontram-se acovardados e sepultados diante de uma minoria que detém o poder e que nele pretende permanecer “ad perpetum”, se utilizando de estratégias antidemocráticas, e a imprensa brasileira, que se pretende calar, começa a divulgar tais artimanhas e a cada dia que se passa, remete-se ao conhecimento do povo a corrupção desenfreada que se avoluma no seio do governo, tais como mensalões, desvios de verbas do Programa de Aceleramento do Crescimento, operação porto seguro e outras modalidades aqui não declinadas, por economia de espaço físico.
                            Olvidam-se os covardes “muralistas” que, na hipótese da implantação de um regime comunista no Brasil – muito pouco provável, diria até menos impossível -, eles jamais estariam imunes a qualquer tipo de perseguição por parte dos partidários que preconizam essa modalidade antidemocrática de governo.
                  “A contrario sensu”, serão os primeiros a serem fuzilados, uma vez que esse tipo de gente não convém a ninguém, muito menos aos adeptos dessa marginalizada ideologia que não aceitariam em seus quadros gentalhas dessa espécie de gente que povoa o submundo humano.
                            Em passado não muito distante, quando a Alemanha invadiu a França, alguns nacionais se aliaram aos nazistas e deles obtiveram algumas benesses, em detrimento do povo francês e a história nos relata que pós-guerra, muitos foram eliminados e outros presos por ato de traição ao país. O mesmo aconteceu também na Itália do degenerado e psicótico Benito Mussolini.
                            Ninguém de sã consciência admite pessoas dessa estirpe, até mesmo aqueles que se utilizaram dos seus serviços. Não se pode servir a Deus e ao diabo ao mesmo tempo.
                            Aos “muralistas” e bajuladores de então, todos identificados pelas suas atitudes subservientes, que se acautelem porque o passado não foi apagado de nossas mentes e tampouco da história. Pensem no assunto e se comportem como verdadeiros homens no sentido moral e ético da palavra! Assumam os seus atos, mesmo que estes venham de encontro com os atuais e passageiros governantes! A democracia é o norte a ser perseguido, e o Brasil, penhoradamente agradece!
        

 

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