Prisões brasileiras: verdadeiras masmorras!
Certamente, mensaleiros não irão para elas!
O ministro da Justiça , a Secretaria de Direitos
Humanos e outros órgãos do governo, agora,
se deram conta  do estado desumano de nossos
presídios!
 
Gurgel volta a defender prisão de mensaleiros  
Procurador-geral vai propor medida ao STF esta semana
Carolina Brígido - O Globo - 04/12-012
BRASÍLIA O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, voltou a defender a prisão imediata dos condenados no mensalão e disse que vai propor essa medida no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda nesta semana, como revelou ontem O GLOBO. O procurador estima que, se não houver prisão imediata, os condenados devem ir para a cadeia só em 2014, ou "bem depois".
Gurgel também afirmou que defenderá a perda automática dos mandatos dos três condenados com mandato na Câmara dos Deputados: Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT).(...)
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As mamorras  brasileiras -  Gil Castello Branco - O Globo - 04/12/2012
Nelson Mandela, que passou quase três décadas na cadeia, comentou no passado: "Para avaliar a situação sócio-econômica de um país, visite as suas prisões." No Brasil, as masmorras são conhecidas. Na Holanda, o drama são as prisões vazias. Como os problemas são complementares, não duvido que algum iluminado proponha o aluguel (em euros) das ociosas celas holandesas para "hospedar" os condenados pelo STF. Posso até imaginar ministros simpáticos à ideia...(...)

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Bombardeios matam 20 guerrilheiros das Farc  
Vinícius Pedreira - especial para o Correio Braziliense - 04/12/2012
No maior ataque contra a guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde o início das negociações de paz, em 18 de outubro, o Exército bombardeou acampamentos no departamento (estado) de Nariño, matando pelo menos 20 rebeldes. A operação provocou a morte de Guillermo Pequeño, um dos líderes da Brigada Mariscal Antonio José Sucre, e ocorreu às vésperas da retomada das negociações de paz com o governo de Juan Manuel Santos, em Havana. As autoridades de Bogotá já tinham declarado que não aceitariam nenhum cessar-fogo, mesmo depois de os guerrilheiros firmarem uma trégua unilateral de 2 meses.
O anúncio da ofensiva se sucedeu à divulgação da guerrilheira Sandra Ramírez. Integrante da equipe de negociadores das Farc e viúva do fundador, Manuel Marulanda Vélez (o “Tirofijo”), ela garantiu que a facção ainda mantém prisioneiros de guerra. A declaração irritou o ministro da Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón, que condicionou a paz ao anúncio da situação real dos sequestrados. “Quem tem que ganhar a credibilidade do país são eles (os guerrilheiros)”, afirmou Pinzón.(...)
 
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Líderes do PSDB lançam Aécio à Presidência 
FH afirma que é preciso assumir candidatura, mas senador resiste e diz que este não é o momento
Fernanda Krakovics - Paulo Celso Pereira - O Globo
Rumo a 2014
BRASÍLIA Diante da cautela do senador Aécio Neves (PSDB-MG), líderes nacionais do PSDB - como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o presidente do partido, deputado Sérgio Guerra (PE) - lançaram ontem o nome do mineiro para disputar a Presidência da República, em 2014, e para assumir o comando do partido, em maio de 2013. Cobrado a assumir essas posições, Aécio disse que é cedo e que não quer queimar etapas.
Os tucanos aproveitaram um seminário para os prefeitos eleitos e lançaram a pré-candidatura do senador(...)
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Esforço anticorrupção
ZERO HORA - 04/12
As medidas de moralização para servidores do governo federal são bem-vindas, mas correm o risco de se tornarem apenas cosméticas se for mantido o sistema de loteamento de órgãos públicos por afilhados de políticos e governantes, ou por pressões partidárias.
De alguma forma, a rede envolvendo servidores públicos federais dedicados ao comércio de pareceres técnicos, descoberta pela Operação Porto Seguro, pode contribuir para reforçar as ações anticorrupção por parte do Palácio do Planalto. É o que tende a ocorrer, por exemplo, se a presidente Dilma Rousseff levar adiante, finalmente, a decisão de tornar realidade o decreto estendendo o critério da "ficha limpa" também no âmbito da administração pública. Seria uma forma de o Planalto evitar a repetição de escândalos como o atual, no qual alguns integrantes têm uma vida pregressa que não recomenda a ocupação de postos-chave. Na verdade, só conseguiram chegar aonde estavam pela influência de padrinhos políticos pouco preocupados com a exigência de padrões mínimos de seus afilhados.(...)
 

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