Os mitos se constroem ou são construídos por erros, acertos, sorte e acasos, são frutos da imaginação das pessoas que os criaram.
PChagas
No caso do “Che”, foi construído pela precipitação das autoridades da Bolívia e executado por um jovem Tenente do Exército. No caso de Hugo Chávez foi construído pelo acaso e executado pela incompetência dos médicos cubanos.
Ambos morreram prematuramente, isto é, antes que a verdade sobre eles e suas “obras” fosse exposta à humanidade e, particularmente, a seus inebriados e desinformados seguidores. 

Ernesto Guevara, conhecido como "o porco", porque fedia e não tomava banhos com a frequência que a higiene recomenda, teve o privilégio de cobrir com sua estampa as nádegas e os seios de uma top model brasileira, bem como de ornamentar o braço de um jogador de futebol argentino, em região próxima à axila.

Hugo Chávez, por sua vez, do alto de sua conhecida megalomania, tinha ambição desmesurada pelo poder e sonhou transformar-se no “Che” bolivariano.

A realidade e as perspectivas da situação econômica deixadas por ele na Venezuela nada têm a ver com suas promessas e discursos. A inflação está na casa dos 30% e o país segue importando tudo e não produzindo quase nada, salvo petróleo!

A criminalidade é das mais elevadas do planeta, os problemas da saúde pública, de habitação e de infraestrutura e a decadência que os venezuelanos enfrentarão, em futuro quase imediato, serão motivos de crises cujas causas se devem à gestão populista, irresponsável e demagógica de Chávez, mas que, aos olhos da massa de favelados, inebriada, comprada e iludida por sua falsidade messiânica, será, certamente, atribuída à sua ausência e servirá de justificativa aos golpes oportunistas e de rupturas políticas que ocorrerão entre suas “viúvas” e opositores, civis e militares.

Chávez levou os pobres a acreditar que eles estariam finalmente sendo incluídos em um modelo de governo que iria reduzir a pobreza e a desigualdade, quando, na realidade, a verdade era o contrário.

Sua morte livrou-o das responsabilidades que lhe cabem neste quadro de negras perspectivas. Seu passamento antes da debacle e ainda no auge da ilusão do “bolivarianismo” lhe assegura a conquista do pedestal do falso mito ao lado e à semelhança do “Che”, como sonhava fazer em vida.

Che Guevara e Hugo Chávez, duas mentiras, dois engodos que a má fé, a ambição, a fraqueza, a falta de cultura, a desinformação, a fantasia e, principalmente, a casualidade do destino, transformaram em ídolos, antes que lhes caísse a máscara que lhes encobria as ambições, a maldade e a incompetência

Guevara executou sumariamente centenas de pessoas, sendo que muitas pessoalmente, como ele próprio conta em seu diário: "Acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola calibre 32 no lado direito do crânio, com o orifício de saída no lobo temporal esquerdo. Ele arquejou um pouco e estava morto. Seus bens agora me pertenciam".

Como comandante era "imprudente, irascível, rápido em ordenar execuções e mais rápido ainda em liderar seus camaradas para a morte". No entanto, a mitologia o descreve como "dono de um talento militar excepcional".

Foi incompetente como soldado, como médico e como administrador. "Sua vida foi uma sequência de fracassos". Fidel livro-se dele mandando-o para a África e depois para a Bolívia, onde o abandonou para a morte!

Suas únicas virtudes foram a fotogenia e a sorte de ter morrido nas mãos de autoridades precipitadas e sem visão de futuro, que o eliminaram antes de submetê-lo ao julgamento dos homens e de expor as suas mazelas, a sua incompetência e os seus crimes à execração pública e mundial, criando, assim, as condições ideais para que os maquiadores  da história e a ignorância popular o transformassem em símbolo e lenda do que nunca foi!

Os moradores do cidade em que foi morto tinham raiva dele e invadiram o local em que seu corpo estava sendo lavado, mas, quando o viram, passaram a dizer que ele parecia Jesus Cristo." Começara o mito.

Na localidade foi erigida uma estátua em sua homenagem e a região passou a ser conhecida como "San Ernesto de La Higuera" e ele a ser cultuado como “santo”.

 

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