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Categoria: Diversos
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 Por Luiz Carlos Azedo (Interino) Com Guilherme Queiroz, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Correio Braziliense

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, quebra a cabeça com os comandantes militares para ver se consegue salvar o aumento das Forças Armadas dos cortes no Orçamento da União. Na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no tradicional encontro de final de ano com os oficiais-generais, Jobim havia anunciado que o governo finalmente concederia os reajustes salariais prometidos e adiados por Lula.

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Chegariam a 23% a mais nos soldos, uma parcela de 10% e outra de 13%. A bronca dos militares é maior porque o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, já anunciou que não haverá aumento para a caserna se não houver dinheiro para os reajustes dos servidores civis.

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Um general ganha bem menos do que um delegado da Polícia Federal ou da Polícia Rodoviária e a evasão de oficiais para a iniciativa privada já é maior do que a capacidade de formação das academias militares. Só falta aparecer na tropa um novo capitão Walter, aquele que tomou de assalto a prefeitura de Apucarana em 1986 para protestar contra os baixos soldos.