Imprimir
Categoria: Revanchismo
Acessos: 11955

http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=44974

Exposição recupera memória dos anos de chumbo

 Os anos de chumbo da ditadura militar brasileiras estão retratados em exposição fotográfica aberta nesta semana no hall de taquigrafia da Câmara dos Deputados, em Brasília.

 Texto completo

 


A exposição engloba o período todo período ditatorial, de 1964 a 1985. Os tanques na frente do Congresso Nacional, as passeatas estudantis, as prisões, mortes e torturas são retratadas em painéis de dois metros de altura. Junto, todos os fatos são recuperados em um texto em ordem cronológica. 

Anistia

A mostra acontece na semana que a Lei da Anistia no país completa 27 anos. Assinada no dia 28 de agosto de 1979 pelo general Figueiredo, não foi a Anistia Ampla Geral e Irrestrita pedida pela população. 

Recíproca, como quiseram os militares, no entender dos familiares dos mortos e desaparecidos, a lei foi parcial e restrita, dividindo os brasileiros em dois campos: os que mereciam perdão  e os que deveriam ser eternamente condenados. 

Conforme a Lei, não havia como fazer uma autodeclaração de anistia. Era necessário que a Justiça Militar se pronunciasse, e esta o fazia individual e nominalmente. Assim, a Anistia foi concedida àquelas pessoas processadas formalmente pela Justiça Militar, enquadradas na Lei de Segurança Nacional.

Muitos presos políticos não foram beneficiados e permaneceram nos cárceres até que a reformulação da Lei de Segurança Nacional atenuou suas penas. Eles foram soltos em liberdade condicional e viveram nessa condição durante muitos anos.

 Kamaradas

Mais uma mentira do PT, “partido da ética”...

"Muitos presos políticos não foram beneficiados e permaneceram nos cárceres até que a reformulação da Lei de Segurança Nacional atenuou suas penas. Eles foram soltos em liberdade condicional e viveram nessa condição durante muitos anos".

A verdade: A Anistia colocou na rua todos os presos chamados "políticos".

Um exemplo: Mauricio Polari de Alverga, membro do Comando Nacional da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), condenado a duas prisões perpétuas e mais 60 anos por ter participado do sequestro de dois embaixadores (suiço e alemão) e 6 assaltos. E ainda haviam outros processos contra ele a serem julgados.

 Essa é apenas mais uma mentirinha de época de eleição desse partido de quadrilheiros!

Outra coisa: essa exposição dos anos de chumbo deveria retratar também o atentado no Aeroporto dos Guararapes; o atentado ao QG do II Ex, em que o soldado Mario Kosel Filho foi pelos ares; a morte a coronhadas do tenente da PM de São Paulo Alberto Mendes Junior, no Vale da Ribeira, o assassinato do agente federal Irlando de Moura Regis, quando do sequestro do emb aixador da Alemanha, o "justiçamento", ou melhor, assassinato do capitão Charles Chandler, na frente de sua mulher e seus filhos; a morte do soldado da Polícia do Exército/RJ Elias dos Santos, a morte do Sgt da Aer Valde Xavier de Lima; o assassinato do agente federal Delio de Carvalho Araujo, quando do sequestro do embaixador da Suiça; o assassinato do Major do Exército José Julio Toja Martinez; o assassinato do empresário Henning Albert Boilesen; o assassinato do Ten Aer Mateus Levino dos Santos; o assassinato do delegado de polícia Otavio Gonçalves Moreira Junior; o assassinato do marinheiro inglês David Cuthberg; o assassinato do Major do Exército alemão Edward Von Westernhagen, aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, e muitos outros.

Deveriam ser recordados também os "justiçamentos", por seus próprios companheiros, de diversos militantes de organizações terroristas.

Mais isso seria pedir muito do partido da ética!

 Azambah