Por PChagas
Caros amigos
Talvez por ainda crer no bom senso e na honestidade das pessoas, ouvi dizer  (e acreditei!) que a família do falecido Sr João Goulart (Jango) havia desautorizado o processo de exploração político ideológica de seus restos mortais.
Esta é a pena paga pelos homens e mulheres que, criados sob princípios cristãos, foram educados para enxergar o próximo como pessoa de bem - "Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem!".

 

 A exumação e o exame dos restos do ex-presidente - deposto pelo Congresso Nacional por ter fugido do Brasil e abandonado seu posto, melhor prova de que sabia que estava errado e de que conhecia a gravidade de seus  erros - não provará nada além do que já se sabe sobre as causas da sua morte, muito mais devidas a seu relaxamento pessoal do que propriamente a sua conhecida cardiopatia. 

Ao autorizar o uso dos despojos para servir aos interesses torpes do Foro de São Paulo e de um governo corrupto, indecente e incompetente, a família Goulart, sem necessidade de exumações ou exames, nos autoriza, por outro lado, a suspeitar de que os genes da falta de caráter e do desrespeito estão presentes em seu DNA! 

Para tanto, basta analisar as características do espetáculo circense montado em torno dos despojos de seu antepassado famoso. Será que nada receberam pelo empréstimo dos restos mortais? Quanto valem os minutos de fama e de holofotes que os trinta e tantos dias de exploração da ossada lhes renderá? Teriam, alguns deles, ainda, pretensões políticas? 

A estas perguntas somam-se outras: Quanto a pantomima está custando ao já tão explorado contribuinte? O que o patrocinador (o povo brasileiro) tem a ganhar com isto? De que forma as conclusões da farsa poderão contribuir para incrementar, por exemplo, a saúde pública ou a segurança dos cidadãos? 

Segundo os especialistas, depois de tantos anos, é muito difícil encontrar indícios que provem a suposição de envenenamento, o que, por si só, desaconselharia, ao minimamente honesto, o uso do dinheiro público para este fim. Mesmo assim, caso algo seja encontrado na pesquisa encomendada com o nosso dinheiro, mesmo que de forma fraudulenta - coisa comum a tudo que diz respeito a este governo - quem serão os relacionados como suspeitos do assassinato? Quem lhe ministrava os remédios? Quem lhe policiava os hábitos? Quem lhe comprava os cigarros? Por onde andava a mulher do morto? Que interesse teriam ela e outros em sua morte? Ou a culpa será, mais uma vez, atribuída a uma entidade chamada de "Ditadura Militar", uma espécie de  "Geni", eterna culpada por tudo de ruim que a incompetência e a desonestidade da esquerda brasileira produziram nos últimos 28 anos? 

E, se pelas razões da lógica, ficar provado o contrário, ou mesmo se ficar caracterizada a impossibilidade de provar a acusação, quem será punido pela falsidade? Quem será responsabilizado pelos danos à imagem da "Geni"? Quem ressarcirá os custos da malfadada "pesquisa histórico-ideológica"? 

Ficam as perguntas, junto com o meu mais profundo e conhecido repúdio a tudo que parte da mente insana dos embusteiros que nos governam! 

PChagas, cidadão brasileiro crente na Divindade, mas não na hipocrisia.

Pergunta do site    www.averdadesufocada.com
E os despojos do Celso Daniel não serão exumados pela CNV?

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