Por Francisco Vianna(com base na mídia estrangeira)
Segunda feira, 25 de novembro de 2013
A agência de noticias espanhola EFE informou hoje que o governo da ditadura comunista de Cuba pediu mais dinheiro “emprestado” ao governo petista do Brasil para dar continuidade à construção de infraestrutura portuária na Zona de Desenvolvimento Especial da ilha cárcere dos Castros, uma área dedicada a atrair investimentos estrangeiros para dar impulso à sua economia, com base no que disse o ministro cubano para o comércio exterior, Rodrigo Malmierca.

 

O ministro esteve reunido hoje em São Paulo com um grupo de empresários brasileiros com o objetivo de atrair investimentos privados de interessados em seu “megaprojeto” do porto de Mariel, onde se instalará a primeira “Zona de Desenvolvimento Especial” (capitalista: acredita quem quiser). 

O ministro cubano esteve hoje na sede da FIESP em São Paulo explicando que “o porto de Mariel já recebeu um volume importante de recursos financeiros que estão bem aplicados”. “Estivemos reunidos hoje e estaremos reunidos de novo depois de amanhã na quara feira e a parte cubana pediu mais dinheiro emprestado, agora não mais exatamente para o porto, mas para a infraestrutura da ‘Zona de Desenvolvimento Especial’”, destacou o cubano. 

Sem, todavia, revelar o montante solicitado ao BNDES, Malmierca revelou que, no entanto, o crédito ainda não foi concedido. “Agora as autoridades analisarão o assunto e nos comunicarão sua decisão no momento adequado. Temos uma relação muito “profícua” com o Brasil e achamos que ela vai continuar sendo assim no futuro”, acrescentou o ministro, dizendo ainda que “o mais provável” é que empresas brasileiras sejam as encarregadas de executar as obras previstas (o que significa que o BNDES deverá pagar a essas empresas e não a Havana). 

Conforme explicou a diretora do escritório de regulação dessa suposta “Zona de Desenvolvimento Especial”, a cargo de quem está a análises das propostas de investimento, Ana Teresa Igarza, “mais de cinquenta empresas da Espanha, França, Itália e Brasil fizeram contato” com o escritório para “manifestar seu interesse em investir na área” (quem quiser que acredite). 

A FIESP expediu um comunicado dizendo que o Brasil é um dos principais “investidores” no projeto cubano para ampliar e modernizar o porto de Mariel, já tendo enfiado lá a bagatelas de 1,480 bilhões de reais. 

Localizado a 45 km a oeste de Havana, o porto de Mariel oferece maiores facilidades de operação que no resto da ilha para o estabelecimento de empresas estrangeiras, às quais o regime dos Castros promete isenções tributárias e aduaneiras e mais “agilidade no trâmite e avaliação dos projetos que vierem a apresentar”. 

A área de Mariel ocupará uma extensão total de 465,4 km2 e está previsto que as obras sejam concluídas em meados de 2014 graças a um investimento de cerca de 2,35 bilhões de reais provenientes da iniciativa privada externa e dinheiro público dos Castros. 

Imaginem o quanto de lavagem de dinheiro e outros trambiques essas empresas estrangeiras não estão topando fazer para morder uma boa fatia dessa grana toda. 

Enquanto isso, o que Brasília tem investido nos nossos portos, rodovias e ferrovias, chega a ser ridículo, preferindo meter o dinheiro do brasileiro num regime que não é capaz de dar as mínimas garantias jurídicas de retorno financeiro, a não ser, é claro, aos agentes “sucialistas” que intermediam toda essa gastança.

 

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