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Bolsonaro assistindo a denúncia do presidente do PTB, Roberto Jefferson

Impetrado Mandado de Segurança no Supremo para que o Presidente da República tenha limitada parte de suas atribuições, e tenha parte de suas funções suspensas.

Na noite de domingo(19/4/2020), houve uma reunião secreta em Brasilia entre Rodrigo Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes e o deputado Agnaldo Ribeiro para acertar os detalhes.

Horas antes foi protocolado no Supremo um mandado de segurança, assinado pelo jurista Rossini Corrêa, ligado ao presidente da OAB Felipe Santa Cruz, pedindo a redução dos poderes do presidente por estar indo contra o estado democrático, matéria prevista na Lei 1.079, de 1950, a Lei do Impedimento, aprovada contra Getulio Vargas.

A reunião do acerto do impeachment ocorreu no exato momento no qual Roberto Jefferson, presidente do PTB, denunciava na internet o golpe que estava sendo armado pelos supracitados.

 Não cabia todos na imagem reproduzida! É uma pena !!!
Por que Mandetta não mandou apreender 6 milhões de máscaras que a China mandou para empresa de Goiânia vender?
Jornal da cidade
13/04/2020 às 05:59
Está claro como água pura. Havia no Brasil uma aliança entre a esquerda, a grande mídia e a aristocracia política, empresarial e judiciária.
Esses cinco setores se retro protegiam e sempre gravitaram em torno do poder, se alimentando do erário.

Anos antes da eleição de Bolsonaro, parte dessa estrutura começou a ser desarmada pela operação Lava Jato, que atingiu em cheio toda a esquerda corrupta que se apoderou das estruturas empresariais estatais, associada a nata empresarial do país (notadamente grandes empreiteiras).
Até então, a coisa parecia estar sob controle e que mudanças começariam efetivamente a acontecer.
Entraram no campo de batalha os Ministros do Supremo Tribunal Federal, mudando o sentido e a direção das posições históricas da Corte e começaram a soltar os ladrões e a desestabilizar o magnífico trabalho dos Juízes e Promotores.
Então pudemos ver que o vendaval somente atingiu alguns galhos desta imensa árvore do mal.

TENENTE PAIVA E A PREPARAÇÃO DA FEB – 1944
(Segue um trecho de palestra de meu pai – Gen Ex Paulo Campos Paiva)
Transcrito por Gen Bda Ref Luiz Eduardo Rocha Paiva
Vou narrar para os senhores o episódio de recrutamento [e transporte] de 500 homens, da Guarnição de Salvador (BA), até sua inclusão no Depósito da FEB em Caçapava (SP).
Chegada a ordem para o envio dos 500 homens, foram expedidas as determinações sobre o número de elementos que cada OM deveria fornecer a fim de alcançar aquele total, devendo ser dada prioridade aos voluntários.


Jornal da Cidade - 08/02/2020 às 07:25
Luiz Phillippe de Orleans e Bragança e Papa Francisco
Em carta enviada ao arcebispo Giovanni D’Aniello, o cientista político e deputado federal Luiz Phillippe de Orleans e Bragança comenta - e nem seria necessário - o estapafúrdio convite do papa Bergoglio feito ao condenado Luiz Inácio Lula da Silva, ocasionalmente em liberdade.

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Resultado de imagem para Foto de Fauzi umdos possiveis terroristas que atacaram Porta dos fundos
Fauzi disse que “pretende” se entregar no fim do mês
Rafael Nascimento de Souza - O Globo
O Itamaraty confirmou nesta terça-feira, dia 7, que iniciou os trâmites para o pedido de extradição de Eduardo Fauzi, um dos suspeitos de participar do ataque à produtora Porta dos Fundos, no Rio de Janeiro.A confirmação foi feita à Globonews por uma fonte graduada do Ministério das Relações Exteriores. As conversas entre representantes do governo brasileiro e da Rússia, onde o suspeito está, começaram nesta semana, segundo a fonte. A extradição deverá sair nos próximos dias. Em entrevista a uma rádio, Fauzi disse que pretende se entregar no final do mês.

Observação do site www.verdadesufocad.com.br ; Será que se ele não retornar no final do  mês,mesmo sendo considerado terrorista, o Brasil conseguirá a sua extradição, já que ele tem um filho com uma namorada russa? 

por Percival Puggina. Artigo publicado em 07.12.2019

Quando leio a Lei de Abuso de Autoridade, recheada de subjetividade e desapreço à persecução penal, tenho, sempre, a impressão de “ouvir” o texto na voz de Renan Calheiros. É uma lei feita para inibir o trabalho de quem combate o crime. Aliás, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal dão a impressão de não terem aprendido a lição das urnas e das ruas que clamam por um basta à impunidade.
A impunidade é um mal histórico entre nós. Notadamente quando os crimes são praticados pela elite, pelos de alta linhagem, pela nobreza. Era assim nas Ordenações Filipinas, que vigoraram de 1603 a 1831, mas provieram de uma cultura que influenciou negativamente durante quatro séculos a persecução penal no Brasil. Creio que em nenhum outro lugar do mundo se aplicou com tamanha largueza e se repete com tanta frequência a frase de Orwell em A Revolução dos Bichos: “Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais do que os outros”.

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