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Homenagem ao Coronel Ustra, Por Marcio Rodrigues Silveira
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Minha pátria amada, estupenda e bela
Está sendo tirada sua parte amarela
Aquela que simboliza nossas riquezas
Já está desprovida de sua beleza.
Horizontes acinzentados sobre o céu de anil
Ofuscando lindos cenários do meu imenso Brasil
Por enquanto meus verdes ainda refletem uma nação
Que é rica, valente e de boa intenção.
Surge o vermelho de mais vil carmesim
Trazendo consigo a fome, miséria, enfim
O alarido de seus passos ecoam além
Não deixam meus gritos chegarem a ninguém.
Estandartes, bandeiras, foice, martelo e facão
São estéreis de sentido e também de paixão
Erguidos no ar como sinônimo de força
Por mãos ardilosas, traidoras e loucas
Pessoas que pregam a igualdade em palavras
Mas que, na prática, são bem mais escassas
Com sorrisos falando aos muitos ouvidos
Nada é o bastante para esses bandidos.
Porém, seu tempo em breve é chegado
Pois será combatido pelo bravo soldado
Não será sucumbida minha nação,
Pois eles que tentem: “Por aqui não passarão”.
“À Pátria tudo se deve dar e nada pedir, nem mesmo compreensão”
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A frase do título foi dita pelo Tenente Siqueira Campos, herói dos “18 do Forte” (1922). (Prefácio do livro "A Verdade Sufocada")
O Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra assim procedeu em toda sua vida como cidadão e soldado, seja na ativa, seja na reserva. É um chefe militar patriota, para quem o envolvimento com o Brasil e o Exército nunca se pautou por uma relação do tipo credor-devedor. A Pátria e a Instituição são duas de suas razões de viver e dele receberam uma inesgotável dedicação alicerçada em valores profissionais, morais e éticos intangíveis e não mensuráveis. Com elevada noção de dever, o coronel aceitou o desafio de liderar o combate à implantação da guerrilha urbana em São Paulo no início dos anos 1970, quando ela era mais agressiva e obtinha significativas vitórias, ameaçando a lei, a ordem, as instituições e a estabilidade do Estado.
O imbroxável!
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- Categoria: Política interna
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Duas certezas que fazem a diferença para os eleitores que confiam em Bolsonaro:
"Eu sou imbroxável', diz Bolsonaro a apoiadores no Palácio.
Desde o início, Bolsonaro optou por servir otimismo aos brasileiros.
Por Percival Puggina
O ano de 2020 começou para todos os brasileiros com uma convergência de infortúnios. Uma assustadora pandemia. Uma crise de governabilidade (o governo se recusou a comprar maioria parlamentar). Uma crise econômica e fiscal (quase sem recursos disponíveis para atender demandas súbitas e urgentes da sociedade, que empobrece a cada volta do relógio, o governo precisou criar um “orçamento de guerra”).
Nem a morte conseguiu, nem conseguirá nos separar
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Carlos Alberto e eu nos conhecemos no primeiro dia em que, recém-formada professora primária no Instituto de Educação/RJ, ia me apresentar na Escola Amazonas, zona rural de Campo Grande para começar a lecionar.
Vimo-nos e sentamos lado a lado no trem, o que passou a ser diário. Foi amor à primeira vista.
Namoramos, casamos e tivemos certeza de que um não seria o mesmo se perdesse o outro.
Com o tempo, constituímos a nossa família, pequena, é verdade – 2 filhas e um neto que nos deram e dão muitas alegrias.
Sempre sentimos que nada, nem a distância, nem os tropeços da vida, nem as dificuldades do dia a dia, nada nos separaria, apesar de termos consciência de que viver sem grandes problemas e conseguir ser feliz nem sempre seria fácil.
E o tempo foi passando... e a vida correndo, e nós vivendo um turbilhão de emoções. Momentos ótimos, alguns bons, outros ruins, quase todos inesquecíveis...
Sorrimos muito, choramos algumas vezes, mas a nosso modo, apoiados um pelo outro, graças a Deus, fomos felizes.
Apoio, muitas renúncias, a dedicação, o companheirismo diário, a admiração de um pelo outro e o amor à família nos uniu cada vez mais.
Continuamos com a certeza de que a nossa caminhada, por mais voltas que ela desse, por mais tortuosa que fosse, por mais pedras que encontrássemos, nos levaria sempre até o outro.
Agora que, fisicamente, Carlos Alberto, se foi, eu reforcei minha certeza de que a distância física não consegue separar aqueles que se amaram, enfrentaram as tempestades e, assim mesmo, conseguiram ser felizes por tantos anos.
Viver sem amor, não é viver e quando se amou como nós nos amamos, cada vez estaremos mais unidos espiritualmente. Nem a morte conseguiu, nem conseguirá nos separar.
O livro "A Verdade Sufocada", apesar de Carlos Alberto ter falecido em 15 de outubro de 2015, continuará nos mantendo unidos lutando pela democracia.
Maria Joseita S.Brilhante Ustra